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D&R

Danyelle e Renan

08.08.2026
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NOSSA HISTÓRIA EM VERSÕES

Versão do Renan:


Conheci a Dany em um momento de cepticismo e incredulidade quanto a conhecer alguém via aplicativos de relacionamento, que eu pudesse assumir de maneira avultada às minhas expectativas conubiais. Por desígnio do acaso, a Dany entrou-me na vida em meu último alento de paciência para o amor, abrindo um vasto oceano de expectativas quanto ao encontro de alguém há muito buscado.


Não houve encontro imediato, e ainda assim eu permanecia sereno, como se cada coisa soubesse a hora certa de se materializar, e nesse intervalo, a web-conversa fluía de maneira orgânica e recíproca. Vi a palavra "estoicismo" no perfil dela no Bumble e passei semanas tentando entender o que significava, esbarrando, em vão, no mistério de seu significado, por incapacidade evidente de clarividência (burrice).


Quando enfim chegou o momento de nos entrevermos, trago na memória como se fosse agora da roupa que eu vestia, do lugar onde estacionei o carro e dos cinco minutos que retardei-me. Entrei no café e lá estava ela, sentada numa mesa banhada por um último feixe de sol das 16h. Usava óculos escuros, calça preta e uma blusa florida. E foi ali que eu disse, quase sem pensar, que ela era linda pessoalmente. A conversa foi leve e viva, e naquele ádito cada um revelou ao outro o seu mundo. No final do encontro, demos uma volta a pé pelo Cambuí, igual os casais Astecas faziam, e ali ela se revelou torcedora da Sociedade Esportiva Palmeiras, o que imediatamente se configurou como uma red flag gravíssima. Mas, dadas as outras qualidades demonstradas por ela, esse detalhe acabou passando despercebido e eu simplesmente me esqueci desse risco importante.


Um beijo foi desferido por mim, sob um céu já escuro e pontilhado de estrelas, e dali em diante admiti minha genuína intenção de investir naquela beldade. Infelizmente, deixei escapar da memória o clube de futebol ao qual ela era adepta. Dali em diante, passamos a nos encontrar com uma genuína e constante frequência, e assim se iniciou uma trajetória de amor e companheirismo pela qual vos sou profundamente grato. Tive o privilégio de conhecer alguém tão incrível, evoluída e companheira como a Danyelle, alguém que iluminou meus dias com presença e sentido.


Planejamos esta celebração com muito carinho, pensando em cada um de vocês, e desejamos que ela seja mais do que um momento memorável para o casal Danyelle & Renan - que seja um dia guardado na memória e no coração de todos os familiares e amigos que conosco compartilham essa alegria.

Versão da Dany:


Não é novidade que as pessoas se encontram das mais diversas formas: amigo do amigo, amigo do primo, igreja, bar, show, padaria… Mas no pós-pandemia, e morando de volta em Campinas, a probabilidade de encontrar alguém parecia tender a zero.


Foi então que resolvi dar uma chance a um aplicativo diferente: o Bumble, em que as mulheres dão o primeiro passo. No meio de tanta gente, alguns chamavam mais atenção que outros… mas com o Renan foi diferente desde o começo. A conversa sempre foi fácil, natural e fluía sem esforço.


Eu, como boa indecisa, estava naquele momento em que tudo parecia possível - e, por isso mesmo, eu não decidia nada. Até que um dia, na empresa, conversando com meu chefe, ele comentou sobre o Renan e soltou uma frase que virou quase um empurrão do destino:

“Dany, investe nesse, porque esse tem gueri gueri.” Pra quem não sabe, “gueri gueri” significa algo como tenacidade, presença, firmeza… aquela energia boa de quem chega com segurança e verdade.


E como eu e Renan já tínhamos uma conversa gostosa, comecei a dar mais atenção. Viajei, e foi durante essa viagem que eu percebi - e acho que ele também - que falar com ele era leve, fazia bem e, sem a gente perceber, começava a dar saudade. Quando voltei, combinamos o nosso primeiro encontro. E claro: foi o quê? Um café. Porque, além de tudo, o néctar dos trabalhadores também nos uniu.


Cheguei em Campinas e, dois dias depois, nos vimos numa tarde de domingo. Sim… tudo começou num domingo: 04 de junho de 2023.

E como foi? Foi ótimo. Gostoso, sossegado e leve. A gente se beijou.


E quem me conhece sabe: eu saía com alguém, não me conectava de verdade… e simplesmente nunca mais via. Mas com o Renan foi diferente. Quando nos despedimos - com aquela dorzinha típica de despedida dos nossos domingos - ele perguntou:

- Vai ter um segundo encontro?

E eu respondi, sem hesitar:

- Vai sim


O segundo encontro veio logo na semana seguinte e na outra também... hahaha


A vontade de se ver só crescia. E o Renan começou a conhecer minha família: primeiro minha tia Gilca, meus primos Rafa e Dani… e depois, pouco a pouco, todo mundo da família.


Em julho veio o primeiro “eu te amo”. E no dia 18 de agosto de 2023, oficializamos um namoro que, no nosso coração, já era oficial fazia tempo.


Sou grata pelo meu cabeludo. E sou muito feliz de estar comemorando esse dia com todos que amamos.


Espero que se divirtam!